
AUTOR: Bira, retirada do charges Online.
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Uma pesquisa realizada pela empresa de jogos Blockdot mostra os benefícios para os anunciantes dos chamados Advergames, ou jogos com publicidade. A grande relevação é que a lembrança não vem simplesmente pela colocação de anúncios no jogo, mas da maneira como a marca se interage com os usuários.
Outros dados colhidos entre os mil usuários pesquisados, mostram que 83% pensam positivamente sobre companhias que oferecem jogos gratuitos, enquanto 70% dizem que estão mais propensos a comprar produtos dessas empresas. Além disso, 74% dos que irão jogar um jogo, dizem que o farão quatro ou mais vezes.
Kevin Wise, professor da Escola de Jornalismo da Universidade de Missouri, que conduziu um estudo recente sobre advergames, disse concordar com os resultados. ?É algo diferente de qualquer outro tipo de publicidade", garante.
Os advergames estão ganhando espaço, no mesmo ritmo que a demografia de usuários esteja se expandido do tradicional nicho de crianças e jovens do sexo masculino para pessoas com mais de vinte anos e até mães. Dos 244 milhões de consumidores online dos Estados Unidos, 144 milhões jogam, de acordo com estudo da IGN Entertainment, uma unidade da Fox Interactive Media.
Os videogames tem boa parte de consumidores que são casados (55% do total) e com filhos (48%). A idade media é de 32 anos com receita média na família de US$ 79 mil por ano.
Do AdAge.

A marca Doritos, da Elma Chips, empresa do grupo Pepsico, lança duas ações de relacionamento e marketing seguindo a tendência de atender aos anseios do consumidor - principalmente junto ao público jovem - e criar maior conexão com a marca. São elas: um pacote de Doritos de 5kg e uma embalagem gigante, de 3 metros, que é parte de um concurso na feira Mercado Mundo Mix - leia aqui sobre o evento.
O pacote bem maior do que os disponíveis no mercado é uma resposta às comunidades sociais e blogs na internet, criadas pelos chamados "Doritos Lovers" - consumidores apaixonados pelo produto - que pedem o produto em versão de 5kg. "Atestamos que o hábito de consumo coletivo de Doritos, principalmente em momentos de entretenimento do consumidor é muito forte. Tanto que até tiramos do mercado a embalagem menor, de 18g", explica Alexandre Chiavegatti, gerente de produto da Elma Chips. Cerca de 100 pacotes, com 1, 20 centímetros cada, serão enviados para os jovens que mais falam sobre o produto na web e manifestaram seu interesse por uma quantidade maior para suas festas e reuniões.
Para dar início a essa ação, será lançado um concurso no Mundo Mix que entregará um pacote de 3 metros na casa do participante que adivinhar quantas tortilhas estão dentro da embalagem gigante. Na segunda, 20, ele segue para o bairro da Vila Olimpia, onde será exposto durante um mês na sede da agência CuboCC, responsável pela criação da ação. O concurso termina no dia 18 de novembro.
Estas ações, conforme explica Chiavegatti, são parte da estratégia da marca de reforçar o conceito jovem de Doritos e gerar experiências marcantes e personalizadas para os consumidores. Tudo isto direcionado por uma tendência global de "levar" o produto para um consumo fora de casa (colocando as tortilhas em bares, restaurantes e cinemas, por exemplo), que associa a marca a momentos de lazer e entretenimento. "Nossa meta é transformar Doritos no snack mais social entre os jovens", completa o executivo.
No site de Doritos - em www.doritos.com.br, que nesta sexta ainda não estava no ar - serão publicados vídeos, posts e transmissões ao vivo por onde será possível acompanhar estas e outras atividades planejadas pela marca para a ocasião.
FONTE: meio&mensagem
POR: Maria Beatriz Gonçalves
http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Por_um_Doritos__mais_social_
Para Fidel, países ricos não têm como impor soluções à crise
Em seu mais recente artigo, Fidel adverte que "os países capitalistas europeus, saturados de capacidade produtiva e mercadorias, desesperadamente necessitados de mercados para evitar desempregos de operários e dos especializados em serviços, depositantes que perdem seu dinheiro e camponeses arruinados, não estão, portanto, em situação de impor condições e soluções ao resto do mundo".
Leia abaixo a íntegra do texto:
O insólito
No domingo 12 de outubro, os países da Eurozona estabeleceram um plano anti-crise por iniciativa de Sarkozy, presidente da França.
Na segunda-feira 13, anunciaram as cifras multimilionárias de dinheiro que os países da Europa lançarão ao mercado financeiro para evitar um colapso. As ações subiram com as surpreendentes notícias.
Em virtude dos acordos mencionados, a Alemanha havia comprometido, na pesquisa de resgate, 480 bilhões de euros; a França, 360 bilhões; a Holanda, 200 bilhões; a Áustria e a Espanha, 100 bilhões cada um, e assim sucessivamente até atingir, junto com a contribuição do Reino Unido, a quantia de 1,7 trilhão de euros, que nesse dia, já que a relação do câmbio entre uma e outra moeda varia constantemente, equivaliam a 2,2 trilhões de dólares, que se somavam aos 700 bilhões de dólares dos Estados Unidos.
As ações das grandes corporações que não se arruinaram tiveram um aumento abrupto de seu valor que, ainda que longe de compensar as perdas sofridas nos nove dias trágicos, permitir-lhes-á aos políticos e banqueiros do capitalismo desenvolvido desfrutar de uma dose de oxigênio.
Nesse mesmo dia pela noite, o Premiê da Itália, Silvio Berlusconi, num banquete realizado em sua honra que ocorreu na Casa Branca, faz um discurso prestando uma homenagem ao Bush: “Confiamos no Presidente que teve a coragem de pôr em prática o que considerava justo, o que devia fazer para si, para seu povo e para o mundo”.
Realmente passou dos limites!
Também nesse dia 13, o Prêmio Nobel de Economia correspondente a 2008 é outorgado ao cidadão dos Estados Unidos Paul Krugman. Trata-se sem dúvida de um defensor do sistema capitalista, mas é ao mesmo tempo muito crítico do presidente Bush.
Sob o título Gordon agiu bem, publicado no dia 14 no El País, expõe diversas idéias, algumas das quais merecem ser destacadas textualmente:
“O correto é enfrentar o problema da falta de capital financeiro fazendo com que o Estado proporcione às instituições financeiras mais capital em troca
de uma parte de sua propriedade…
“Esta espécie de nacionalização parcial temporária também era a solução preferida particularmente por Ben Bernanke, o presidente da Reserva Federal.
“Ao anunciar seu plano de ajuda financeira de 500 bilhões de euros, Henry Paulson, secretário do Tesouro estadunidense, rejeitou este evidente caminho, alegando que ‘isso é o que se faz em caso de quebra’.
“O governo britânico foi diretamente à raiz do problema e atuou com assombrosa velocidade para solucioná-lo.”
“Paulson, depois de haver supostamente desperdiçado várias semanas muito valiosas, também deu para trás e agora pretende comprar ações bancárias ao invés de ativos hipotecários tóxicos.
“Como já disse, ainda não sabemos se essas medidas funcionarão… Essa visão clara teve que proceder de Londres e não de Washington.
“É difícil evitar a sensação de que a resposta inicial de Paulson estava distorcida pela ideologia. Recordem que trabalha para um governo cuja filosofia pode ser resumida em ‘o privado é bom; o público, ruim’.”
“Em todo o executivo, os profissionais experientes foram destituídos; quiçá não fique no Tesouro ninguém com a estatura e a trajetória necessárias para dizer a Paulson que o que estava fazendo não fazia sentido.
“Por sorte para a economia mundial, o que Gordon Brown e seus ministros estão fazendo sim faz sentido. E quiçá nos tenham mostrado o caminho para superar esta crise.”
Nem sequer o Prêmio Nobel de Economia 2008 está certo, como confessa, de que essas medidas funcionarão.
São coisas insólitas.
Na terça-feira 14, as ações nas Bolsas caíram alguns pontos de preço. Os sorrisos foram já mais estereotipados.
Os países capitalistas europeus, saturados de capacidade produtiva e mercadorias, desesperadamente necessitados de mercados para evitar desempregos de operários e dos especializados em serviços, depositantes que perdem seu dinheiro e camponeses arruinados, não estão, portanto, em situação de impor condições e soluções ao resto do mundo. Assim o proclamam os líderes de importantes países emergentes e dos que, pobres e saqueados economicamente, são vítimas do intercâmbio desigual.
Hoje quarta-feira 15 o valor das ações nas Bolsas caiu de novo estrondosamente.
McCain e Obama discutirão ardorosamente esta noite sobre o tema econômico.
Na grande democracia dos Estados Unidos, a metade dos que têm direito a votar não estão registrados; dos registrados, a metade não vota, e só 25 por cento dos eleitores elegem aos que governam. Muitos dos que agora, talvez, desejassem votar pelo candidato negro não podem fazê-lo.
Segundo as pesquisas, esse candidato conta com maioria esmagadora. No entanto, ninguém se atreve a dizer qual será o resultado.
O 4 de novembro é um dia de grande interesse para a opinião mundial, dada a crise econômica em que se debate a sociedade dos Estados Unidos.
Em matéria eleitoral, de apenas uma coisa podemos estar certos: nas próximas eleições do Reino Unido, Gordon Brown não será eleito Premiê.
Fidel Castro Ruz
15 de Outubro de 2008
O universo dos videogames é o mais novo território da 'Obamania'. Com o intuito de atrair os votos e conquistar a simpatia do público jovem, o candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, colocou anúncios de sua campanha em 18 diferentes jogos eletrônicos.
As inserções serão realizadas em parceria com a Electronic Arts, empresa de games que negociou o espaço de nove de seus jogos para a veiculação de anúncios que promovem a candidatura do senador. De acordo com porta-vozes da corporação de jogos, esse tipo de mídia atinge um público predominantemente masculino, cuja faixa etária varia entre 18 e 34 anos.As imagens e propostas do candidato aparecem inseridas em jogos de corrida, no Guitar Hero e em outros tipos de games bem difundidos nos Estados Unidos.
A equipe de marketing da campanha de Obama declarou que essa iniciativa tem como alvo dez estados do País, sendo que alguns deles considerados estrategicamente fundamentais para a decisão geral das eleições, como Ohio e Flórida.
Os anúncios deverão ser veiculados nos games até o dia 3 de novembro - um dia antes dos norte-americanos irem às urnas - e os valor da negociação com a empresa de jogos eletrônicos não foi divulgado.
Com informações da Associated Press.
Microsoft Brasil abre inscrições para concurso de criação de games
Terceira edição do XNA Challenge leva vencedor a cruzeiro no Caribe.
Resultado com os 5 melhores jogos para PC e Xbox 360 sai em fevereiro.
As inscrições para o 3º XNA Challenge, competição de criação de games promovida pela Microsoft, estão abertas desde quarta-feira (15) pelo site oficial.
O objetivo do concurso é incentivar o desenvolvimento de jogos para PC e Xbox 360 com a ferramenta XNA, espécie de estúdio de programação oferecido gratuitamente pela Microsoft.
Para participar, é necessário ter pelo menos 18 anos, ser brasileiro e residir em território nacional. A inscrição é gratuita e vai até 15 de dezembro.
Os jogos a serem desenvolvidos precisam se encaixar no tema "social" proposto pela organização. "Imagine um mundo em que a tecnologia ajude a resolver os mais difíceis problemas que enfrentamos", diz o lema do 3º XNA Challenge.
Na segunda edição do concurso, o vencedor foi o jogo "Recicle", em que o usuário deve despoluir um rio, coletando materiais para reciclagem.
No dia 5 de janeiro de 2009 serão revelados os 10 projetos selecionados pelo júri. Em fevereiro, as cinco equipes finalistas apresentarão seus projetos. O time vencedor ganha vaga em um cruzeiro pelo Caribe, durante o qual acontece um evento sobre o desenvolvimento de games.
3º XNA Challenge
Inscrições: gratuitas, até 15 de dezembro
Site: http://www.xnachallenge.com.br
FONTE: G1
http://g1.globo.com/Noticias/Games/0,,MUL802729-9666,00-MICROSOFT+BRASIL+ABRE+INSCRICOES+PARA+CONCURSO+DE+CRIACAO+DE+GAMES.html